O PROCESSO DA LEITURA
Onde encontrar o siginificado do texto, com o texto " Corpo inerte, leito frio ", do professor Francisco Weber Rodrigies Moreira, que tinha o sentimento de perca como significado. Onde o objetivo principal fora alcançado pricipalmente pela escolha do texto.
Logo no início da leitura notei um pouco de tristeza no semblante de algumas alunas, talvez por se tratar de um momento vivido pelo seu professor, que perdia uma pessoa importante e o texto levava cada um pensar na hora de dor.
A compreensão logo depois da leitura, o tema levou a um significado forte para o momento da aula onde cada um se negou a produzir semelhante texto voltando-se a cada aluno presente. Isso nos leva a ver que o conhecimento prévio levamos a tirar uma idéia sem sentido de qualquer leitura feita sem uma reflexão mais afinco do conteúdo por cada leitor.
CORPO INERTE, LEITO FRIO
Mãe para muitos filhos, hoje é uma data especial, porém para mim um dia vazio
Não posso sentir o calor dos teus abraços;
Não tenho a imagem do teu lindo sorriso;
Falta o apoio do ombro amigo para chorar.
Mãe todos os filhos olham pro lado e encontram a sua mamãe , abraçando, beijando e dando amor.
Mas para mim, falta tudo isso, é mesmo vazio.
MÃE
Como é triste guardar comigo aquela imagem do teu corpo inerte naquele leito frio.
Olhar para senhora e não ver mais o teu lindo sorriso a me receber.
As tuas mãos fortes a conduzir-me ao caminho certo. As minhas lágrimas caem molhando o chão da nossa casa simples, mas aconchegante.
MÃE
Estou a concluir minha triste homenagem que vai a todas as mães que como você partiu, mas não esqueceu os filhos que aqui ficaram continuando com a missão que era sua, de cuidar dos que amou em vida.
Eu sei que Deus quis assim, levou para perto dele a guerreira, que com tanta luta venceu a guerra dos homens sem coração e amor.
MÃE
Assim eu vou caminhando por caminhos traçados por Cristo, levando comigo o amor que tanto me dedicou.
Porque quem ama cuida, e cuida primeiro do próprio amor. TE AMO MÃE.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Relatório - Unidade 13 - TP 4





LEITURA ESCRITA E CULTURA/LETRAMENTO E DIVERSIDADE CULTURAL
Aconteceu no primeiro momento a apresentação em sala de figuras do módulo para que, os alunos fizessem uma leitura visual, e falassem a respeito das mensagens. Logo veio uma apresentação confusa do shopping tirando conclusões erradas, em seguida foi apresentado um publicidade na área de turismo, onde o professor apresenta somente a imagem do local, eles foram precisos em afirmar que se tratava de uma festa de reveillon em uma cidade praiana. Mas na abetura do jornal ficou configurado que era um comercial de turismo.
Também eles viram os sinais de trânsito já bastante conhecido, a mensagem e o símbolo de furnas, correio, caixa econômica. Assim pedi que fosse criado desenhos com características diferentes envolvendo um tema conhecido com as imagens no primeiro e no segundo momento, ficando a critério dos mesmos. E a modificação da letra da música " Baião " de Luis Gonzaga e Humberto Teixeira, modificada por outro grupo da sala do 7º Ano do Ensino Fundamental Capitão Epaminondas.
BAIÃO DE ERROS
Eu rô contar pra ocê/Cumu se dança o baião/E quem quiser aprender/É favor prestar atenção/Morena chegui pra cá/Bem junto meu coração/Agora é só mim siguir/Pois eu rô dançar o baião
Eu ra dancei barancei/ Chamego samba e xerém/Mais o baião tem o quê/Qui os zoutros num ten
Quem quiser só dizer/Pô eu com satisfação/Rô dançar cantado o baião
Eu ra dancei no pará/Toqui sofona em belém/Cantei la nu ciará/E sei o qui mim convém/Por isso quero afirmá/Cum toda convicção/Qui sou louco pelo baião.
Alunas: Genaria, Sara e Luismar.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Relatório II
RELATÓRIO I I
Após algumas aulas orientativas sobre formas de textos – narrativa, disssertativa, produção de textos livres; os alunos do 7° ano da Escola Capitão Epaminondas, formularão em grupo uma aluniosa e harmônica aula. Com uma “ estória “ imaginativa foi posto em prática no horário da aula, seguindo os roteiros pelo professor coordenador da sala já mencionada.
Por essa razão, trouxe o texto para ser impresso no Blogger como Esquema Pedagógico proposto pelo curso por mim, estudante também.
WEBER
Após algumas aulas orientativas sobre formas de textos – narrativa, disssertativa, produção de textos livres; os alunos do 7° ano da Escola Capitão Epaminondas, formularão em grupo uma aluniosa e harmônica aula. Com uma “ estória “ imaginativa foi posto em prática no horário da aula, seguindo os roteiros pelo professor coordenador da sala já mencionada.
Por essa razão, trouxe o texto para ser impresso no Blogger como Esquema Pedagógico proposto pelo curso por mim, estudante também.
WEBER
Ingredientes
INGREDIENTES
1 Kg de amor,
500 g de beijo,
2 Kg de amizade,
1Kg de abraço
1 g de paixão,
5 Kg de fidelidade,
1 Kg de companheirismo.
MODO DE PREPARO
Juntar todos os ingredientes, mexer bem e a receita fica pronta
Aluna: Genária
1 Kg de amor,
500 g de beijo,
2 Kg de amizade,
1Kg de abraço
1 g de paixão,
5 Kg de fidelidade,
1 Kg de companheirismo.
MODO DE PREPARO
Juntar todos os ingredientes, mexer bem e a receita fica pronta
Aluna: Genária
Narrativa
NARRATIVA
TEXTO
SEU ANTONIO FUMADOR
Era uma vez, um cidadão chamado Antonio, precisava fazer uma casa, mas, faltava a madeira, lá no açude do seu colega Joaquim havia muita madeira. Mas só que era dentro d’água, mesmo assim, não tinha importância vou pedir a ele: Vou já lá!
- Tudo bem amigo Joaquim?
- Tudo, o que o senhor deseja?
- Vim pedir madeira para poder a construção da minha casa ficar pronto.
- Mas tem um problema, deu uma enchente e a madeira ficou toda coberta de água.
- Não tem problema, vou já lá em casa pegar minhas ferramentas, pra ter um grande dia de trabalho:
Chegou em casa, pegou um machado, uma cadeira e um cigarro, e desceu pro açude. Dentro d’água sentou-se na cadeira e acendeu um cigarro, começou a contar a madeira, e pitar seu cigarro no meio do açude, cortou a madeira e foi para casa, fez sua construção.
ALUNAS: SAMANDA, SONARIA GENÁRIA
PROFESSOR: WEBER
TEXTO
SEU ANTONIO FUMADOR
Era uma vez, um cidadão chamado Antonio, precisava fazer uma casa, mas, faltava a madeira, lá no açude do seu colega Joaquim havia muita madeira. Mas só que era dentro d’água, mesmo assim, não tinha importância vou pedir a ele: Vou já lá!
- Tudo bem amigo Joaquim?
- Tudo, o que o senhor deseja?
- Vim pedir madeira para poder a construção da minha casa ficar pronto.
- Mas tem um problema, deu uma enchente e a madeira ficou toda coberta de água.
- Não tem problema, vou já lá em casa pegar minhas ferramentas, pra ter um grande dia de trabalho:
Chegou em casa, pegou um machado, uma cadeira e um cigarro, e desceu pro açude. Dentro d’água sentou-se na cadeira e acendeu um cigarro, começou a contar a madeira, e pitar seu cigarro no meio do açude, cortou a madeira e foi para casa, fez sua construção.
ALUNAS: SAMANDA, SONARIA GENÁRIA
PROFESSOR: WEBER
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