quinta-feira, 29 de abril de 2010

RELATÓRIO TP2 - UNIDADES /05/06

O uso da aula com a gramática aplicativa muito distante da gramática explicativa, o aluno fica a par do conhecimento das classes de palavras a fonética, estilística ou normativa na prática.
Aplicando os textos na sala do 7° ano o nível de aprendizado pela maioria dos alunos ainda é inaceitável para tal momento, na prática descritiva que a sala teria que chegar, digamos, a reflexiva consta a refração de texto por eles desenvolvido na criação de texto.
A diferença entre a frase e a oração foi um dos momentos em que dúvidas surgiram, mas logo tiradas - com a explicação do verbo quando se faz presente - ou não na frase. Ficando o conceito de frase, período e oração, sendo logo pedido pelo professor em questão uma oração de tipo textual, a criação de uma paródia com as músicas: Sinal Fechado, Saudosa Maloca, buscando evitar o uso do plágio nas frases ou versos das letras da produção original.
Assim os grupos formularam a criação própria na sala e apresentando coletivamente mas sem fugir do conteúdo proposto do TP com as ergras e estrutura da frase, oração.

RELATÓRIO TP1 - UNIDADES /01/02

Acompanhando o desempenho dos alunos do 6° ano, pode-se constatar a dificuldade de criar uma produção de texto coerente com o seu convívio social. Os mesmos não conseguem nem mesmo ter uma linguagem própria de dialeto infantil ou de adolescente, ficando somente na espera da solução do professor para conclusão de propostas, nãos endo eles capazes de criar um dialeto onde a brincadeira de rua nos ensina.
Para fazer o registro da lingua individualista fica presa na fobia de se expôr diante dos colegas, escrita no papel fica o registro no anonimato vulgar. Quando partimos do meio em que cada um está acostumado, a ouvir dos pais, irmãos ou avós o dialeto materno, e procura-se aplicar a norma culta não revela o grau de dificuldade que se aplica na escrita, são tantos sons distorciados no dialeto que as curvas da formalidade deixa muitos percursos sem uma sinalização coerente com o destino a que eles terão que chegar.
O JOSE MIM DÊ LICENÇA QUE ESTOU INDO PRA ESCOLA VOU APREDER EDUCAÇÃO E MINHA HISTÓRIA.
SER HOJE EU ESTUDO AQUI E A MINHA EDUCAÇÃO E A FELICIDADE DO MEU CORAÇÃO MAS ESTOU MUITO FELIZ VIVENDO NA MINHA ESCOLA.
EU TENHO UMA ESCOLA DE ESTUDAR NA PORTA DA ESCOLA EU DIGO ÊÊÊ MINHA ESCOLA ÔÔÔ MEU LUGAR.
EU SOU LÔCA POR ESCOLA NÃO NEGO MEU NATARÁ MAS MINHA ESCOLA MUITO BOA EU VOU ESTUDA APREDE O ABC E A LETRA MELHORAR TENHO MEU LUGAR QUE É A MINHA ESCOLA QUANDO ERA TARDEZINHA EU COMEÇAVA A GRITAR ÊÊÊ MINHA ESCOLA ÔÔÔ MEU LUGAR
FOI ENTÃO A MINHA ESCOLA APRADIA EDUCAÇÃO E ENSINOU A MIM ENTENDER A ENEGIA POSITIVA E FOI EMBORA DO SERTÃO.

SAUDOSA MALOCA

SI VOCÊ NÃO SE ESQUECEU
DÁ LICENÇA DE FALAR
QUE AQUI ONDE AGORA ESTAMOS
NESSE EDIFICIO ALTO
ERA UMA CASA BAIXA
COM UM PALECETE DE SAUDADE
FOI AQUI MEU SENHOR
QUE EU, FERNANDO E CAMARGO
CONSTRUIMOS NOSSA MORADA
MAIS, UM DIA
NÓS NEM PODEMOS ESQUECER
VEIO OS HOMENS COM AS MARRETAS
O DONO ORDENOU QUE DERRUBAÇE
PEGAMOS TODAS AS NOSSAS COISAS
E FOMOS PRA RUA
OLHAR A DESTRUIÇÃO
QUE DOR QUE CADA TELHA
QUE CAIA DUIA NO PEITO
FERNANDO QUIS CHORAR
MAIS PRIMEIRO EU FALEI
O DONO TÁ COM RAZÃO
NÓS ACHA OUTRO CANTO
SÓ CALEMOS QUANDO O CAMARGO FALOU:
JESUS DÁ O FRIO CONFORME O COBERTOR
E A MANHÃ NÓIS PEGA A PALHA DO MILHO NO JARDIM
E PRÁ NÓS SE LEMBRÁ CANTEMOS ASSIM
SAUDOSA CASA, CASA QUERIDA
QUE DE ONDE NOIS PASSAMOS DIAS FELIZES DE NOSSA VIDA.