O uso da aula com a gramática aplicativa muito distante da gramática explicativa, o aluno fica a par do conhecimento das classes de palavras a fonética, estilística ou normativa na prática.
Aplicando os textos na sala do 7° ano o nível de aprendizado pela maioria dos alunos ainda é inaceitável para tal momento, na prática descritiva que a sala teria que chegar, digamos, a reflexiva consta a refração de texto por eles desenvolvido na criação de texto.
A diferença entre a frase e a oração foi um dos momentos em que dúvidas surgiram, mas logo tiradas - com a explicação do verbo quando se faz presente - ou não na frase. Ficando o conceito de frase, período e oração, sendo logo pedido pelo professor em questão uma oração de tipo textual, a criação de uma paródia com as músicas: Sinal Fechado, Saudosa Maloca, buscando evitar o uso do plágio nas frases ou versos das letras da produção original.
Assim os grupos formularam a criação própria na sala e apresentando coletivamente mas sem fugir do conteúdo proposto do TP com as ergras e estrutura da frase, oração.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
RELATÓRIO TP1 - UNIDADES /01/02
Acompanhando o desempenho dos alunos do 6° ano, pode-se constatar a dificuldade de criar uma produção de texto coerente com o seu convívio social. Os mesmos não conseguem nem mesmo ter uma linguagem própria de dialeto infantil ou de adolescente, ficando somente na espera da solução do professor para conclusão de propostas, nãos endo eles capazes de criar um dialeto onde a brincadeira de rua nos ensina.
Para fazer o registro da lingua individualista fica presa na fobia de se expôr diante dos colegas, escrita no papel fica o registro no anonimato vulgar. Quando partimos do meio em que cada um está acostumado, a ouvir dos pais, irmãos ou avós o dialeto materno, e procura-se aplicar a norma culta não revela o grau de dificuldade que se aplica na escrita, são tantos sons distorciados no dialeto que as curvas da formalidade deixa muitos percursos sem uma sinalização coerente com o destino a que eles terão que chegar.
Para fazer o registro da lingua individualista fica presa na fobia de se expôr diante dos colegas, escrita no papel fica o registro no anonimato vulgar. Quando partimos do meio em que cada um está acostumado, a ouvir dos pais, irmãos ou avós o dialeto materno, e procura-se aplicar a norma culta não revela o grau de dificuldade que se aplica na escrita, são tantos sons distorciados no dialeto que as curvas da formalidade deixa muitos percursos sem uma sinalização coerente com o destino a que eles terão que chegar.
O JOSE MIM DÊ LICENÇA QUE ESTOU INDO PRA ESCOLA VOU APREDER EDUCAÇÃO E MINHA HISTÓRIA.
SER HOJE EU ESTUDO AQUI E A MINHA EDUCAÇÃO E A FELICIDADE DO MEU CORAÇÃO MAS ESTOU MUITO FELIZ VIVENDO NA MINHA ESCOLA.
EU TENHO UMA ESCOLA DE ESTUDAR NA PORTA DA ESCOLA EU DIGO ÊÊÊ MINHA ESCOLA ÔÔÔ MEU LUGAR.
EU SOU LÔCA POR ESCOLA NÃO NEGO MEU NATARÁ MAS MINHA ESCOLA MUITO BOA EU VOU ESTUDA APREDE O ABC E A LETRA MELHORAR TENHO MEU LUGAR QUE É A MINHA ESCOLA QUANDO ERA TARDEZINHA EU COMEÇAVA A GRITAR ÊÊÊ MINHA ESCOLA ÔÔÔ MEU LUGAR
FOI ENTÃO A MINHA ESCOLA APRADIA EDUCAÇÃO E ENSINOU A MIM ENTENDER A ENEGIA POSITIVA E FOI EMBORA DO SERTÃO.
SER HOJE EU ESTUDO AQUI E A MINHA EDUCAÇÃO E A FELICIDADE DO MEU CORAÇÃO MAS ESTOU MUITO FELIZ VIVENDO NA MINHA ESCOLA.
EU TENHO UMA ESCOLA DE ESTUDAR NA PORTA DA ESCOLA EU DIGO ÊÊÊ MINHA ESCOLA ÔÔÔ MEU LUGAR.
EU SOU LÔCA POR ESCOLA NÃO NEGO MEU NATARÁ MAS MINHA ESCOLA MUITO BOA EU VOU ESTUDA APREDE O ABC E A LETRA MELHORAR TENHO MEU LUGAR QUE É A MINHA ESCOLA QUANDO ERA TARDEZINHA EU COMEÇAVA A GRITAR ÊÊÊ MINHA ESCOLA ÔÔÔ MEU LUGAR
FOI ENTÃO A MINHA ESCOLA APRADIA EDUCAÇÃO E ENSINOU A MIM ENTENDER A ENEGIA POSITIVA E FOI EMBORA DO SERTÃO.
SAUDOSA MALOCA
SI VOCÊ NÃO SE ESQUECEU
DÁ LICENÇA DE FALAR
QUE AQUI ONDE AGORA ESTAMOS
NESSE EDIFICIO ALTO
ERA UMA CASA BAIXA
COM UM PALECETE DE SAUDADE
FOI AQUI MEU SENHOR
QUE EU, FERNANDO E CAMARGO
CONSTRUIMOS NOSSA MORADA
MAIS, UM DIA
NÓS NEM PODEMOS ESQUECER
VEIO OS HOMENS COM AS MARRETAS
O DONO ORDENOU QUE DERRUBAÇE
PEGAMOS TODAS AS NOSSAS COISAS
E FOMOS PRA RUA
OLHAR A DESTRUIÇÃO
QUE DOR QUE CADA TELHA
QUE CAIA DUIA NO PEITO
FERNANDO QUIS CHORAR
MAIS PRIMEIRO EU FALEI
O DONO TÁ COM RAZÃO
NÓS ACHA OUTRO CANTO
SÓ CALEMOS QUANDO O CAMARGO FALOU:
JESUS DÁ O FRIO CONFORME O COBERTOR
E A MANHÃ NÓIS PEGA A PALHA DO MILHO NO JARDIM
E PRÁ NÓS SE LEMBRÁ CANTEMOS ASSIM
SAUDOSA CASA, CASA QUERIDA
QUE DE ONDE NOIS PASSAMOS DIAS FELIZES DE NOSSA VIDA.
DÁ LICENÇA DE FALAR
QUE AQUI ONDE AGORA ESTAMOS
NESSE EDIFICIO ALTO
ERA UMA CASA BAIXA
COM UM PALECETE DE SAUDADE
FOI AQUI MEU SENHOR
QUE EU, FERNANDO E CAMARGO
CONSTRUIMOS NOSSA MORADA
MAIS, UM DIA
NÓS NEM PODEMOS ESQUECER
VEIO OS HOMENS COM AS MARRETAS
O DONO ORDENOU QUE DERRUBAÇE
PEGAMOS TODAS AS NOSSAS COISAS
E FOMOS PRA RUA
OLHAR A DESTRUIÇÃO
QUE DOR QUE CADA TELHA
QUE CAIA DUIA NO PEITO
FERNANDO QUIS CHORAR
MAIS PRIMEIRO EU FALEI
O DONO TÁ COM RAZÃO
NÓS ACHA OUTRO CANTO
SÓ CALEMOS QUANDO O CAMARGO FALOU:
JESUS DÁ O FRIO CONFORME O COBERTOR
E A MANHÃ NÓIS PEGA A PALHA DO MILHO NO JARDIM
E PRÁ NÓS SE LEMBRÁ CANTEMOS ASSIM
SAUDOSA CASA, CASA QUERIDA
QUE DE ONDE NOIS PASSAMOS DIAS FELIZES DE NOSSA VIDA.
terça-feira, 16 de março de 2010
6. CRONOGRAMA
É necessário indicar o cronograma de realização do trabalho, o que dependerá do tempo disponível para a realização da leitura. A fonte deve ser dividida em partes, com previsão do tempo necessário para passar de uma fase a outra. Algumas partes que podem ser executadas simultaneamente enquanto outras dependem das fases anteriores. Assim, o cronograma visa distribuir o tempo total disponível para a realização da prática, incluindo nesta divisão a elaboração do tempo e dos textos propostos. Com aulas de 40 minutos, para questionamentos ou reflexão do conteúdo apresentado.
É necessário indicar o cronograma de realização do trabalho, o que dependerá do tempo disponível para a realização da leitura. A fonte deve ser dividida em partes, com previsão do tempo necessário para passar de uma fase a outra. Algumas partes que podem ser executadas simultaneamente enquanto outras dependem das fases anteriores. Assim, o cronograma visa distribuir o tempo total disponível para a realização da prática, incluindo nesta divisão a elaboração do tempo e dos textos propostos. Com aulas de 40 minutos, para questionamentos ou reflexão do conteúdo apresentado.
5. METODOLOGIA
A metodologia remete diretamente à maneira de trabalhar o objeto da leitura. Remete à ação pela qual serão alcançados os resultados. Assim, trata-se neste projeto a forma pela qual serão trabalhados, filtrados e analisados os dados obtidos no decorrer do projeto.
As hipóteses serão fundamentais nesse momento porque indicarão ao aluno, ainda sem o conhecimento devidamente aprofundado sobre o tema, ávido por respostas, a selecionar os meios mais adequados para obter indicações e/ou conclusões acerca das suas práticas.
Numa metodologia em descrever as fontes da leitura e o processo de estudo, a proposta de seleção das leituras, isto é, porque alguns autores foram escolhidos e outros não.
A metodologia compreende ainda na indicação de como será feita a análise do material apresentado do tipo de análise que será efetuada: seletiva, crítica ou reflexiva, descritiva, analítica etc.
No projeto de leitura é necessário ainda delimitação e descrição (se necessário) dos instrumentos e fontes escolhidos para a coleta de dados: entrevistas, formulários, questionários etc. A indicação do procedimento para a coleta de dados, que deverá acompanhar o tipo de leitura, isto é:
a) para leitura experimental; indicar o procedimento de textos,
b) para a leitura descritiva; indicar o procedimento da observação: entrevista, questionário, análise documental, entre outros.
A metodologia remete diretamente à maneira de trabalhar o objeto da leitura. Remete à ação pela qual serão alcançados os resultados. Assim, trata-se neste projeto a forma pela qual serão trabalhados, filtrados e analisados os dados obtidos no decorrer do projeto.
As hipóteses serão fundamentais nesse momento porque indicarão ao aluno, ainda sem o conhecimento devidamente aprofundado sobre o tema, ávido por respostas, a selecionar os meios mais adequados para obter indicações e/ou conclusões acerca das suas práticas.
Numa metodologia em descrever as fontes da leitura e o processo de estudo, a proposta de seleção das leituras, isto é, porque alguns autores foram escolhidos e outros não.
A metodologia compreende ainda na indicação de como será feita a análise do material apresentado do tipo de análise que será efetuada: seletiva, crítica ou reflexiva, descritiva, analítica etc.
No projeto de leitura é necessário ainda delimitação e descrição (se necessário) dos instrumentos e fontes escolhidos para a coleta de dados: entrevistas, formulários, questionários etc. A indicação do procedimento para a coleta de dados, que deverá acompanhar o tipo de leitura, isto é:
a) para leitura experimental; indicar o procedimento de textos,
b) para a leitura descritiva; indicar o procedimento da observação: entrevista, questionário, análise documental, entre outros.
3. OBJETIVOS
3.1. OBJETIVO GERAL
A Escola Capitão Epaminondas Gomes da Silva tem por finalidade oferecer aos alunos da sala do 4° ano, crianças com idades diferenciadas, condições de pesquisar nos livros da biblioteca e no canto da leitura existente na sala de aula, diversos tipos de leitura para que os alunos desta sala possam agir construindo um mundo novo para o seu meio.
3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Elevar o nível da leitura oral
- Melhorar as práticas de leitura
- Valorizar os livros disponíveis
- Fortalecer a idéia de ler
3.3. METAS
- Reduzir o percentual de maus leitores
- Desenvolver habilidades de leituras
- Estimular a criança nos diversos tipos literários
- Valorizar a escola e os profissionais da educação
* ORGANIZAÇÃO DO CADERNO LER É APRENDER
- Capa / Páginas
- Área de estudo
4. AVALIAÇÃO
O sistema avaliatório deverá ser voltado para o processo de aprendizagem da leitura, realizada por todos os alunos no trabalho de cada um, com o livro didático, jornais, painéis no cronograma da sala.
3.1. OBJETIVO GERAL
A Escola Capitão Epaminondas Gomes da Silva tem por finalidade oferecer aos alunos da sala do 4° ano, crianças com idades diferenciadas, condições de pesquisar nos livros da biblioteca e no canto da leitura existente na sala de aula, diversos tipos de leitura para que os alunos desta sala possam agir construindo um mundo novo para o seu meio.
3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Elevar o nível da leitura oral
- Melhorar as práticas de leitura
- Valorizar os livros disponíveis
- Fortalecer a idéia de ler
3.3. METAS
- Reduzir o percentual de maus leitores
- Desenvolver habilidades de leituras
- Estimular a criança nos diversos tipos literários
- Valorizar a escola e os profissionais da educação
* ORGANIZAÇÃO DO CADERNO LER É APRENDER
- Capa / Páginas
- Área de estudo
4. AVALIAÇÃO
O sistema avaliatório deverá ser voltado para o processo de aprendizagem da leitura, realizada por todos os alunos no trabalho de cada um, com o livro didático, jornais, painéis no cronograma da sala.
2. CADERNO " LER É RESOLVER "
1. NOME DA ESCOLA: Capitão Epaminondas Gomes da Silva
2. DEPENDÊNCIA: Distrito
3. ENDEREÇO: Centro - Distrito São Gonçalo
4. ZONA: Rural
5. MODALIDADE DE ENSINO: Educação Infantil
3. TIPO DE CADERNO
- Capa
- Textos Diversificados
- Romances
- Notícias
- Receitas
- Cordéis
- Leitura verbal
- Leitura não - verbal
1. NOME DA ESCOLA: Capitão Epaminondas Gomes da Silva
2. DEPENDÊNCIA: Distrito
3. ENDEREÇO: Centro - Distrito São Gonçalo
4. ZONA: Rural
5. MODALIDADE DE ENSINO: Educação Infantil
3. TIPO DE CADERNO
- Capa
- Textos Diversificados
- Romances
- Notícias
- Receitas
- Cordéis
- Leitura verbal
- Leitura não - verbal
1. APRESENTAÇÃO
A capacidade do ser humano de aprender é permanente, estando ela guardada no seu "íntimo", sempre surgirá no momento em que tenta-se aprofundar na sua busca.
A educação é a peça fundamental, para chegar no mais alto topo das realizações cognitivas do ser humano, o conhecimento que está guardado no seu cérebro aflora toda vez que ela entra na vida do homem escolarizado.
Este projeto de leitura da sala do 4° ano tem como pretenção proporcionar um tipo de leitura individual dentro do contexto do caderno " Ler é Resolver ".
A sala terá como fonte as figuras verbais e não verbais do cotidiano do discente, o seu meio social e o material que encontrar ao seu alcance no espaço físico da escola.
A capacidade do ser humano de aprender é permanente, estando ela guardada no seu "íntimo", sempre surgirá no momento em que tenta-se aprofundar na sua busca.
A educação é a peça fundamental, para chegar no mais alto topo das realizações cognitivas do ser humano, o conhecimento que está guardado no seu cérebro aflora toda vez que ela entra na vida do homem escolarizado.
Este projeto de leitura da sala do 4° ano tem como pretenção proporcionar um tipo de leitura individual dentro do contexto do caderno " Ler é Resolver ".
A sala terá como fonte as figuras verbais e não verbais do cotidiano do discente, o seu meio social e o material que encontrar ao seu alcance no espaço físico da escola.
ÍNDICE
1.APRESENTAÇÃO................................................01
* IDENTIFICAÇÃO DA SALA.................................01
* NOME DA ESCOLA..................................................01
* DEPENDÊNCIA.........................................................01
* ENDEREÇO...............................................................01
* ZONA.........................................................................01
* MODALIDADE DE ENSINO......................................01
* TIPO DE CADERNO.............................................01
- CAPA..........................................................................01
- TEXTOS DIVERSIFICADOS......................................01
2. JUSTIFICATIVA...................................................02
3. OBJETIVOS.........................................................03
* OBJETIVO GERAL...................................................03
* OBJETIVOS ESPECIAIS..........................................03
* METAS......................................................................03
* ORGANIZAÇÃO DO CADERNO LER É RESOLVER..............................................................03
* CAPA / PÁGINAS.....................................................03
* ÁREA DE ESTUDO..................................................03
4. AVALIAÇÃO.........................................................04
5. METODOLOGIA................................................... 05
6. CRONOGRAMA....................................................06
1.APRESENTAÇÃO................................................01
* IDENTIFICAÇÃO DA SALA.................................01
* NOME DA ESCOLA..................................................01
* DEPENDÊNCIA.........................................................01
* ENDEREÇO...............................................................01
* ZONA.........................................................................01
* MODALIDADE DE ENSINO......................................01
* TIPO DE CADERNO.............................................01
- CAPA..........................................................................01
- TEXTOS DIVERSIFICADOS......................................01
2. JUSTIFICATIVA...................................................02
3. OBJETIVOS.........................................................03
* OBJETIVO GERAL...................................................03
* OBJETIVOS ESPECIAIS..........................................03
* METAS......................................................................03
* ORGANIZAÇÃO DO CADERNO LER É RESOLVER..............................................................03
* CAPA / PÁGINAS.....................................................03
* ÁREA DE ESTUDO..................................................03
4. AVALIAÇÃO.........................................................04
5. METODOLOGIA................................................... 05
6. CRONOGRAMA....................................................06
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
RELATÓRIO DO SEGUNDO TRABALHO DO MÓDULO TP6




RELATÓRIO DO SEGUNDO TRABALHO DO MÓDULO TP6
Na mesma escola onde foi apresentado o primeiro trabalho, os alunos também da mesma sala foram apresentados tipos de textos poesia, cordel para levar em conta a coesão e interpretação dos dois gêneros expostos e registrados pelo professor orientador da sala.
Também fora apresentado alguns textos do módulo para compreensão, quanto a concordância e sequência de tipos de receitas na culinária do nosso município, foram vários tipos de ingredientes e formas dos preparos entre os alunos, e assim foi constatado o quanto podemos tirar de conclusões sobre variedades textuais existentes na literatura brasileira.
RELATÓRIO DO PRIMEIRO TRABALHO DO MÓDULO TP6




RELATÓRIO DO PRIMEIRO TRABALHO DO MÓDULO TP6
Foi confeccionado na sala do 7° ano da Escola Capitão Epaminondas Gomes da Silva no distrito de São Gonçalo no municúpio de Catarina. Os tipos de trabalhos com os alunos e professores dos recortes de jornal, dois tipos textuais, os verbais e não verbais.
Quando foi apresentado o texto não verbal no qual apresentava um bairro da cidade de Fortaleza, todos fizeram projeções que não condigem com o que seria mostrado no texto verbal.
Ao ser apresentado a imagem com os verbos no contexto, eles poderão então analisar de forma correta . Porque o texto verbal tratava de uma forma de negócio que ocorre principalmente nas grandes cidades que é: a venda e aluguel de imóveis nos principais bairros , onde há segurança, conforto e bem estar era anunciado verbalmente.
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