Acompanhando o desempenho dos alunos do 6° ano, pode-se constatar a dificuldade de criar uma produção de texto coerente com o seu convívio social. Os mesmos não conseguem nem mesmo ter uma linguagem própria de dialeto infantil ou de adolescente, ficando somente na espera da solução do professor para conclusão de propostas, nãos endo eles capazes de criar um dialeto onde a brincadeira de rua nos ensina.
Para fazer o registro da lingua individualista fica presa na fobia de se expôr diante dos colegas, escrita no papel fica o registro no anonimato vulgar. Quando partimos do meio em que cada um está acostumado, a ouvir dos pais, irmãos ou avós o dialeto materno, e procura-se aplicar a norma culta não revela o grau de dificuldade que se aplica na escrita, são tantos sons distorciados no dialeto que as curvas da formalidade deixa muitos percursos sem uma sinalização coerente com o destino a que eles terão que chegar.
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